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terça-feira, 3 de março de 2015

O ensino de música mundo afora

Falta de estrutura e professores capacitados deixa Brasil longe de cumprir meta de universalizar essa arte nas escolas. Em outros países, a área avançou muito mais




Fonte: Gazeta do Povo

Obrigatório nas escolas públicas desde 2012, o ensino de música anda a passos lentos no Brasil. O maior entrave é a falta de estrutura: instrumentos musicais e professores com capacitação técnica para lecionar este campo da arte não só com qualidade, mas com atributos pedagógicos adequados. Em países em que esta etapa já foi vencida, o desafio passa a ser o que ensinar e com qual propósito.
Os franceses são grandes responsáveis por técnicas arrojadas e inovadoras no ensino da música. Mas na hora de ensinar suas crianças, a França é tradicionalista: o canto é afinado ao modo ocidental e os instrumentos são classificados conforme a divisão da orquestra sinfônica, conta o professor de música da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Guilherme Romanelli.
Já na Argentina, a música é uma das disciplinas obrigatórias na Educação Artística desde o ensino primário, segundo informações do Ministério da Educação local. No equivalente ao ensino médio, os alunos cursam nos primeiros anos um ciclo comum e depois partem para uma espécie de ensino técnico. Entre os diplomas disponíveis, está o de Bacharel em Artes. Além das disciplinas tradicionais, o aluno foca no estudo de quatro grandes áreas artísticas: música, teatro, literatura e danças.
Os norte-americanos são mais performáticos. Nos Estados Unidos, o que prevalece “é a ideia do caça-talentos. Se você tiver jeito para a música, vai tocar. Se não, desista. Porque você não vai aprender mesmo”, resume Guilherme Romanelli.
Estudioso da forma como as crianças produzem música (obrigadas ou não) na escola, o professor considera emblemático o caso da Lituânia, no Leste Europeu. “Cantar e dominar a música folclórica, para eles, é tão importante quanto é o futebol para uma criança brasileira”.
O tradicionalismo francês é ainda mais forte em seus vizinhos da Suíça. E era mais ainda há três décadas atrás, quando Edith Camargo começava seus estudos em uma escola pública na região de St. Gallen, no Leste do país. O currículo era rigoroso: aulas de canto uma vez por semana, dos menores aos maiores.
Há vinte anos, Edith veio para Curitiba fazer um curso de Música Popular Brasileira e por aqui se estabeleceu. A experiência como professora de canto e a paixão pela MPB faz com que ela tenha um olhar menos pessimista em relação à situação da musicalidade local. “A criança brasileira é muito livre, você vê ela sambando, se desenvolvendo corporalmente. Na educação musical escolar, isso é um ingrediente muito rico. Prova disso é que temos muito instrumentistas com ouvido ótimo e que só depois vão aprender [no ensino formal]”.

Lei não obriga que professor seja especializado na área


Naiady Piva

Uma das polêmicas na regulamentação do ensino de música no Brasil é a obrigatoriedade de que o professor da área seja bacharel em Música, o que não consta na legislação atual. O arte-educador Nélio Sprea lamenta. “O especialista conhece o universo da experiência musical [e pode] trabalhar com uma proposta de construção do conhecimento em música. Vai bem além do que um professor generalista pode fazer”, defende.

Um dos problemas é de ordem prática. Formar professores de música para as vagas do ensino público nacional levaria 140 anos, com o número de graduações que hoje existem, segundo o professor Guilherme Romanelli, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Outro é conceitual. Romanelli defende não um professor, mas um tutor musical para os anos iniciais do ensino fundamental e o ensino infantil.

Como a “música é a linguagem natural das crianças, a primeira aprendizagem, que já começa três meses antes de ela nascer”, ela não pode estar restrita a uma disciplina, mas deve perpassar a totalidade do ensino nesta fase, defende Romanelli.
Sobre esta dinâmica da música na amplitude do espaço escolar, Sprea concorda. “É preciso trabalhar uma proposta de construção do conhecimento em música”, que inclui saber brincar com a criança, trabalhar de uma maneira prazerosa.

“Se o professor de música não desperta paixão, vai ter a mesma dificuldade do professor de matemática [em conquistar a turma]”, argumenta.

Especialistas dos Brics debatem formas de aprimorar educação

Especialistas em educação e representantes dos governos do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul reuniram-se para debater propostas de cooperação multilateral.




Fonte: MEC

O grupo que tratou da educação superior discutiu a criação da rede de universidades do Brics, a formação de uma liga de universidades para desenvolver projetos de pesquisa conjuntos e a intensificação da mobilidade acadêmica de professores, pesquisadores e estudantes do bloco. O grupo propôs aos vice-ministros de educação uma agenda de encontros para detalhar os termos da cooperação multilateral, identificar as áreas de maior interesse comum e as universidades com trabalho relevante nesses setores. Em princípio, essas áreas seriam qualidade educacional, mudanças climáticas,  desenvolvimento sustentável e segurança nutricional, entre outras.
Estão previstos novos encontros desse grupo para os dias 25 a 29 de abril, em Cuiabá, meados de maio, em São Petersburgo, na Rússia, e em outubro, em Pequim, na China, quando será lançada a Liga de Universidades do Brics.
Para a vice-diretora de relações internacionais da Universidade da Rússia para a Amizade entre os Povos, Olga Andreeva, a cooperação entre os países do Brics permite que governos e instituições de educação superior desenvolvam estratégias coordenadas. “Estamos avançando na identificação das áreas de interesse comum e discutindo os critérios para a composição da Rede de Universidades dos Países do Brics. Ao mesmo tempo, estamos discutindo quais os novos passos a serem dados para promovermos a rede”, disse.
Na área de educação profissional, foram encaminhadas propostas para a criação de um grupo de trabalho para o levantamento de dados jurídicos, estatísticos e da formação de professores da educação profissional e tecnológica nos Brics. O grupo também propôs o compartilhamento de conceitos, métodos e instrumentos de análise da oferta e demanda de educação profissional para suprir as vocações econômicas e tecnológicas de cada país.
Avaliação – Depois de tomar conhecimento dos sistemas nacionais de avaliação de cada país do Brics, os especialistas do grupo de indicadores educacionais reconheceram a importância da avaliação para a melhoria das políticas na área. Além disso, enfatizaram a necessidade de incrementar a cooperação para partilhar as melhores práticas em avaliação educacional. Também falaram sobre a importância de compartilhar experiências para diminuir o fosso entre teoria e prática em termos de políticas educacionais. Sugeriram, ainda, que cada país deve criar grupos de trabalho com representantes dos órgãos nacionais de estatística, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e os ministérios de educação e saúde para melhorar e trabalhar novos indicadores sociais tendo em vista publicações conjuntas sobre estatística.
As conclusões dos grupos de trabalho devem embasar a Declaração de Brasília, que será assinada pelos vice-ministros no encerramento do encontro, na noite desta segunda-feira, 2.
Na terça-feira, 3, os vice-ministros da educação dos países do Brics voltam a se reunir, desta vez com a participação de representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Na ocasião, o subdiretor-geral de educação da Unesco, Qian Tang, apresentará o estudo Brics – Construir a educação para o futuro, desenvolvido pela agência sobre a educação nos cinco países do grupo.
Também serão discutidas as possibilidades de cooperação entre a Unesco e o Brics e questões relacionadas à elaboração das metas da Agenda Internacional de Educação pós-2015 e ao Fórum Mundial de Educação, que será realizado na cidade sul-coreana de Incheon, de 19 a 22 de maio próximo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Professores mantêm greve no Paraná

A greve de 11 dias dos professores do Paraná continua.



Fonte: UOL | Educação

http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/02/19/professores-mantem-greve-no-parana.htm


Mesmo após uma reunião nesta quinta-feira de quatro horas entre representantes do governo e dos professores, no Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense, não houve um acordo. O fim da paralisação tem nova chance de se concretizar nesta sexta-feira, quando um novo encontro entre docentes e governo será realizado, às 10h, no mesmo local.
Apesar de não haver total consenso, houve alguns acordos entre as partes. No final da reunião, o governo comprometeu a fazer o pagamento dos 29 mil professores contratados em regime de Processo Seletivo Simplificado (PSS) já na próxima terça-feira, o que custará aos cofres públicos o equivalente a R$ 84 milhões. Também ficou acordado que não serão encaminhadas as medidas de austeridade previstas em dois projetos de lei apresentados pelo governador Beto Richa. O pacote chegava a mexer em R$ 8 bilhões da verba destinada aos servidores.
Representantes da classe chegaram a ocupar o interior da Assembleia Legislativa na semana anterior ao Carnaval - após confronto com a polícia - no objetivo de derrubar os projetos de Richa. Ficou definido que cada tema será explicitado e que projetos diversos deverão passar pelas comissões regulares. O governo também se comprometeu a não colocar em votações projetos que tratem da previdência dos servidores sem antes discutir com a categoria.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Estudantes não veem tecnologia como parte do aprendizado

Jovens não mobilizam as novas tecnologias para construírem relações com os saberes escolares, em grande parte utilizam seus celulares para se ausentarem daquele mundo


Fonte: Último Segundo - IG




Alunos de classes populares ainda não veem a presença de aparelhos tecnológicos em sala de aula como parte do processo de aprendizagem. Principalmente em escolas públicas, estudantes manuseiam aparelhos celulares sem a orientação ou intervenção de seus professores, apesar da proibição de sua utilização por lei.
É o que mostra pesquisa de mestrado de André Toreli Salatino, na Faculdade da Educação (FE) da USP. O pesquisador acompanhou regularmente dezenas de estudantes de uma escola pública. A ideia do trabalho foi compreender as tensões que conformam a experiência escolar contemporânea, a forma como os jovens vivenciam mundos culturais e tecnológicos distantes entre si.
Segundo o estudo, é do professor a responsabilidade de tentar criar situações de aprendizagem que incluam a utilização dos diversos aparelhos tecnológicos, já que as tecnologias não fazem nada por si mesmas. Esses jovens não mobilizam as novas tecnologias para construírem relações com os saberes escolares, em grande parte utilizam seus celulares para se ausentarem daquele mundo.
Com foco no processo de aprendizagem, cabe ao professor avaliar, em sua realidade concreta, se a implementação dos aparelhos tecnológicos contribuem para que os alunos criem uma relação com o conteúdo de sua disciplina.
Durante um ano letivo, Salatino observou três turmas do ensino médio de um colégio da periferia da cidade de São Paulo, na zona leste. O acompanhamento não se deu apenas em sala de aula, mas também em outros espaços escolares, como o pátio em horário de intervalo entre as aulas e períodos de entrada e saída. Esses espaços se mostraram interessantes por também participarem do mundo de exibição produzido com esses aparelhos tecnológicos, em meio à experiência escolar desses jovens.

Metodologia

A metodologia do trabalho teve inspiração da etnografia, método utilizado pela antropologia na coleta de dados. O pesquisador tentou compreender essa cultura escolar específica a partir do significado construído pelos jovens em sua relação com celulares e aparelhos eletrônicos em geral e com a escola dos dias atuais. Essa análise se deu por intermédio de um trabalho de campo prolongado com jovens de classes populares.
Foram aplicados questionários fechados a todos os alunos presentes nas turmas, cujas respostas foram comparadas com dados estatísticos publicados por diferentes institutos internacionais que tinham por objeto a relação dos jovens com a tecnologia. Para amenizar a distância entre “aquilo que somos” e “aquilo que dizemos que somos”, buscou-se refletir sobre o que as ações desses alunos têm a dizer sobre a sociedade em que estão inseridos.

Resultado

Por mais que a cooperação entre docente e tecnologia para auxiliar no progresso do ensino seja importante, não se pode deixar iludir. Em determinadas situações, será difícil introduzir recursos tecnológicos, mesmo porque a cultura brasileira não tem a aprendizagem como valor. Grande parte dos estudantes de classes populares não compreende o ensino em instituições escolares como meio de ascensão social. Muitos, aliás, observam a promessa da escola como ilusão, pela própria experiência com pessoas que concluíram o ensino médio e mesmo assim não galgaram condições financeiras melhores.
De acordo com Salatino, não significa, porém, que a proibição de telefones celulares em sala de aula seja o suficiente. Durante o percurso escolar esses alunos distraem-se com ou sem a presença de recursos tecnológicos, embora os aparelhos tecnológicos levem essa dispersão para outra escala. “Temos que considerar que a proibição não retirou os aparelhos da escola”, lembra o pesquisador, “pois a dinâmica de leis no Brasil é abstrata, constituída de cima para baixo e despreocupada com sua implementação prática”.

Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Falta de escrever à mão "pode prejudicar desenvolvimento cerebral das crianças"

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e telas sensíveis ao toque em vez de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento de crianças.




Leia a notícia completa em

Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Situação atual dos professores no Brasil | JN | Fev.2015

Na primeira semana do mês de fevereiro de 2015, o Jornal Nacional veiculou uma série de reportagens sobe a atual situação dos professores no Brasil. 

Os vídeos contaram com a participação de professores e especialistas em educação de todos o país.




Confiram abaixo os títulos e os links para acesso à série de reportagens:

1) Aumenta o número de professores que abandonam as salas de aula
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/aumenta-o-numero-de-professores-que-abandonam-salas-de-aula.html

2) Alunos enfrentam falta de preparo de professores em sala de aula
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/alunos-enfrentam-falta-de-preparo-de-professores-em-sala-de-aula.html

3) Professores têm o desafio de tornar aulas mais atraentes para os alunos
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/professores-tem-o-desafio-de-tornar-aulas-mais-atraentes-para-os-alunos.html

4) Estágio em sala de aula é fundamental para quem quer ser professor
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/estagio-em-sala-de-aula-e-fundamental-para-quem-quer-ser-professor.html

5) Professores mostram o que pode ser feito para melhorar a educação
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/professores-mostram-o-que-pode-ser-feito-para-melhorar-educacao.html



Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Um em cada dez municípios brasileiros atingiu a meta de ensino adequado em matemática

Veja o vídeo produzido pela TV Brasil




Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Alunos de escolas públicas chegam ao ensino médio sem saber o que deveriam

Fontehttp://www.cearaagora.com.br/site/2015/02/alunos-brasileiros-chegam-ao-ensino-medio-sem-saber-o-que-deveriam/

Segundo o estudo, apenas 10,8% dos municípios têm alunos com o aprendizado adequado ao que se espera no 9º ano em matemática


O levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo movimento Todos Pela Educação (TPE), com base no desempenho dos alunos no 5º e 9º anos do ensino fundamental, aponta que as escolas públicas brasileiras não têm conseguido fazer com que seus alunos absorvam o conhecimento adequado às séries que estão cursando.
A maior parte dos alunos que chegam ao 9° ano do ensino fundamental não está conseguindo compreender textos narrativos longos com vocabulários complexos e não conseguem consegue resolver problemas matemáticos ou usar porcentagens e medidas padronizadas (como km e kg). A adequação sobre o que eles aprenderam para o que deveriam ter aprendido não tem evoluído conforme o esperado; em alguns casos, estagnou ou mesmo recuou. O quadro estadual é pior quando avalia-se o 9º ano do ensino fundamental: em matemática, o maior índice de avanço na adequação é observado no Ceará, mas ele é de apenas 28,3%.
Ainda segundo o estudo, apenas 10,8% dos municípios têm alunos com o aprendizado adequado ao que se espera no 9º ano (contra 28% em 2011) em matemática. Em português, esse percentual é de 30% (contra 55% em 2011). “A adequação não é necessariamente decrescente, porque estabelecemos metas mais ambiciosas para os municípios. Alguns podem ter melhorado (a qualidade do ensino), mas não atingiram essas metas”, diz à BBC Brasil Alejandra Meraz Velasco, coordenadora-geral do TPE. “A conclusão é que o aprendizado simplesmente não está melhorando como o desejado.”
As indicações apontam que a deficiência em português em matemática se estende também às demais disciplinas ensinadas nas escolas, apesar de isso não ter sido mensurado. O estudante acaba carregando falhas de aprendizado para os anos seguintes, o que estimula a evasão escolar e perpetua a qualidade insuficiente do ensino.
EDUCAÇÃO ESTAGNADA
Para Velasco, o diagnóstico do estudo reforça uma conclusão já tirada de outros levantamentos oficiais: que a educação brasileira nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio está estagnada.
A solução dos problemas não é única nem simples passa por melhorias na formação de professores, muitas vezes pouco preparados para os desafios da sala de aula, por medidas para corrigir a defasagem de aprendizado dos alunos e por reestruturações curriculares, é o que acredita a coordenadora do TPE.
Fontehttp://www.cearaagora.com.br/site/2015/02/alunos-brasileiros-chegam-ao-ensino-medio-sem-saber-o-que-deveriam/

Professores mostram o que pode ser feito para melhorar a educação

Série do JN mostra reportagens sobre a situação dos professores no Brasil: as dificuldades, os desafios, os avanços do ensino no país.






Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Estágio em sala de aula é fundamental para quem quer ser professor

Diretor de escola reclama da qualidade dos cursos oferecidos aos professores. Nem todos são bons. Muitos por falhas da pessoa que dá o curso.






Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Professores têm o desafio de tornar aulas mais atraentes para os alunos

Série sobre professores mostra que para ensinar não basta dominar o assunto. É preciso encontrar a melhor forma de transmitir o conhecimento.



Alunos enfrentam falta de preparo de professores em sala de aula

Segunda reportagem da série especial mostra que falha na formação acadêmica dos professores é um dos principais problemas nas escolas.




Reportagem completa

Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Prepare-se!