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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Comissão aprova projeto que reforça proibição de promoção automática em escolas

A Comissão de Educação aprovou, na última quarta-feira (15), o Projeto de Lei 8200/14, do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), que reforça a proibição de alunos se classificarem para qualquer série ou módulo da educação básica (ensino médio e fundamental) por meio de promoção automática.



Hoje a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - 9394/96) diz que a classificação em qualquer série, exceto na primeira do ensino fundamental, será feita por promoção (para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série anterior na própria escola); mediante transferência (para candidatos procedentes de outras escolas); ou por meio de avaliação elaborada pela escola. O projeto altera a lei, acrescentado que será proibida, em qualquer hipótese, a promoção automática.
A relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), defendeu a aprovação da proposta. Ela incluiu uma emenda estabelecendo que a proibição não valerá para a educação infantil e para os sistemas de ensino organizados em ciclos. “Neste caso, há um alargamento do conceito de período escolar, baseando-se em ciclos em vez de anos, sendo possível, por exemplo, um ciclo letivo que ultrapasse os 200 dias letivos previstos na legislação de regência da educação”, explicou.
Professora Dorinha observou, porém, que o sistema de ensino organizado em ciclos, também conhecido como progressão continuada, nada tem a ver com a progressão automática, criticada por ela. “Quando se passa um aluno automaticamente para uma série qualquer sem o correspondente aprendizado esperado para aquele nível está-se, na verdade, desistindo de ensinar e condenando um aluno a sérias dificuldades na série seguinte”, destacou.
A relatora também defendeu que a educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem características próprias e não possui objetivo de promoção, mas, sim, de desenvolvimento integral da criança de até cinco anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social.
Tramitação
Agora, o texto será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Entenda o que é a base nacional comum de ensino

Educadores de várias partes do Brasil se reuniram em um Seminário Internacional que aconteceu, em Brasília, para debaterem a reformulação do ensino médio e a construção de uma base nacional curricular comum.

A ideia é criar uma base para o ensino que seja comum em todas as escolas do Brasil. O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps, considera que, atualmente o conteúdo do ensino médio está direcionado somente para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Não é o caminho adequado, os países com educação de classe mundial desenvolveram a partir de uma base comum os seus currículos que guardam espaço para a diversidade, como no Brasil vai ter que ter”, completa. 
O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que a base nacional curricular comum da educação básica deve estar concluída até junho de 2016. A Base Nacional é uma das vinte metas do PNE e está prevista na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes. 
Confira na reportagem:

Por Portal EBC Fonte:Repórter Brasil

terça-feira, 3 de março de 2015

O ensino de música mundo afora

Falta de estrutura e professores capacitados deixa Brasil longe de cumprir meta de universalizar essa arte nas escolas. Em outros países, a área avançou muito mais




Fonte: Gazeta do Povo

Obrigatório nas escolas públicas desde 2012, o ensino de música anda a passos lentos no Brasil. O maior entrave é a falta de estrutura: instrumentos musicais e professores com capacitação técnica para lecionar este campo da arte não só com qualidade, mas com atributos pedagógicos adequados. Em países em que esta etapa já foi vencida, o desafio passa a ser o que ensinar e com qual propósito.
Os franceses são grandes responsáveis por técnicas arrojadas e inovadoras no ensino da música. Mas na hora de ensinar suas crianças, a França é tradicionalista: o canto é afinado ao modo ocidental e os instrumentos são classificados conforme a divisão da orquestra sinfônica, conta o professor de música da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Guilherme Romanelli.
Já na Argentina, a música é uma das disciplinas obrigatórias na Educação Artística desde o ensino primário, segundo informações do Ministério da Educação local. No equivalente ao ensino médio, os alunos cursam nos primeiros anos um ciclo comum e depois partem para uma espécie de ensino técnico. Entre os diplomas disponíveis, está o de Bacharel em Artes. Além das disciplinas tradicionais, o aluno foca no estudo de quatro grandes áreas artísticas: música, teatro, literatura e danças.
Os norte-americanos são mais performáticos. Nos Estados Unidos, o que prevalece “é a ideia do caça-talentos. Se você tiver jeito para a música, vai tocar. Se não, desista. Porque você não vai aprender mesmo”, resume Guilherme Romanelli.
Estudioso da forma como as crianças produzem música (obrigadas ou não) na escola, o professor considera emblemático o caso da Lituânia, no Leste Europeu. “Cantar e dominar a música folclórica, para eles, é tão importante quanto é o futebol para uma criança brasileira”.
O tradicionalismo francês é ainda mais forte em seus vizinhos da Suíça. E era mais ainda há três décadas atrás, quando Edith Camargo começava seus estudos em uma escola pública na região de St. Gallen, no Leste do país. O currículo era rigoroso: aulas de canto uma vez por semana, dos menores aos maiores.
Há vinte anos, Edith veio para Curitiba fazer um curso de Música Popular Brasileira e por aqui se estabeleceu. A experiência como professora de canto e a paixão pela MPB faz com que ela tenha um olhar menos pessimista em relação à situação da musicalidade local. “A criança brasileira é muito livre, você vê ela sambando, se desenvolvendo corporalmente. Na educação musical escolar, isso é um ingrediente muito rico. Prova disso é que temos muito instrumentistas com ouvido ótimo e que só depois vão aprender [no ensino formal]”.

Lei não obriga que professor seja especializado na área


Naiady Piva

Uma das polêmicas na regulamentação do ensino de música no Brasil é a obrigatoriedade de que o professor da área seja bacharel em Música, o que não consta na legislação atual. O arte-educador Nélio Sprea lamenta. “O especialista conhece o universo da experiência musical [e pode] trabalhar com uma proposta de construção do conhecimento em música. Vai bem além do que um professor generalista pode fazer”, defende.

Um dos problemas é de ordem prática. Formar professores de música para as vagas do ensino público nacional levaria 140 anos, com o número de graduações que hoje existem, segundo o professor Guilherme Romanelli, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Outro é conceitual. Romanelli defende não um professor, mas um tutor musical para os anos iniciais do ensino fundamental e o ensino infantil.

Como a “música é a linguagem natural das crianças, a primeira aprendizagem, que já começa três meses antes de ela nascer”, ela não pode estar restrita a uma disciplina, mas deve perpassar a totalidade do ensino nesta fase, defende Romanelli.
Sobre esta dinâmica da música na amplitude do espaço escolar, Sprea concorda. “É preciso trabalhar uma proposta de construção do conhecimento em música”, que inclui saber brincar com a criança, trabalhar de uma maneira prazerosa.

“Se o professor de música não desperta paixão, vai ter a mesma dificuldade do professor de matemática [em conquistar a turma]”, argumenta.

Indisciplina é um dos principais problemas em escolas, diz pesquisa

Levantamento da Fundação Lemann ouviu mil profissionais do Ensino Fundamental em todo o país



Fonte: Fantástico

Você sabia que a indisciplina dos alunos é um dos principais problemas que os professores enfrentam em sala de aula? Mais até que os baixos salários? Quem diz isso são os próprios professores, em uma pesquisa inédita com profissionais da rede pública de todo o país.
Uma longa jornada. O Fantástico vai acompanhar o dia da professora de ciências Simone Medeiros, no Rio de Janeiro. Às 6h30 da manhã, ela sai de casa, na Penha, Zona Norte da cidade, para a primeira aula, em uma escola de ensino fundamental, no bairro vizinho de Ramos.
No intervalo, às 9h30, planejamento para as aulas seguintes. O almoço, ao meio-dia, é rápido, na cantina, com os colegas. Às 13, começa o segundo turno.
Às 17h50, o dia de Simone ainda não acabou. Ela vai para uma outra escola, onde vai dar aula no turno da noite. “Estou bastante cansada”, confessa Simone.
A rotina de Simone ajuda a entender os resultados de uma pesquisa inédita sobre o trabalho dos professores da rede pública. O levantamento da Fundação Lemann ouviu mil profissionais do ensino fundamental em todo o país. E revelou o que os nossos mestres consideram como os maiores problemas para melhorar a educação.
Para Simone, a carga horária exaustiva é só uma das dificuldades.“Você tem que largar um pouco o conteúdo para você trabalhar outras questões. Questões afetivas, questões de família, a questão da violência. Você está, às vezes, trabalhando em um ambiente que você está ouvindo tiro”, conta Simone.
A falta de acompanhamento psicológico para os estudantes é apontada como o problema que precisa ser resolvido de forma mais urgente. Em uma noite, a aula da Simone acabou mais cedo porque havia um tiroteio perto da escola.
“É frustrante, né? A gente diminui muito o que a gente ia trabalhar com eles”, diz Simone.
Um dos maiores desafios dos professores é compreender e lidar com a realidade que os alunos enfrentam do lado de fora da escola. Os conflitos e os dramas das comunidades em que eles vivem cruzam os portões e chegam dentro das salas de aula das escolas brasileiras.
“Lógico que saber o conhecimento, saber o conteúdo para passar ele de forma correta, é fundamental. Mas não é só isso. É muito mais. Na hora que a gente chega na sala de aula a gente percebe. A gente não está preparado para esse muito mais”, explica a professora de matemática Rosania Silva.
Rosania tem 12 anos de profissão. Dá aulas de matemática para cinco turmas, em uma escola no bairro Jardim Itapura, Zona Sul de São Paulo.
Ela convive diariamente com o segundo maior problema apontado pelos professores na pesquisa.“Uma das maiores dificuldades que a gente encontra hoje na sala de aula é a indisciplina. De diferentes maneiras que ela pode se manifestar. Para o meio que o aluno vive, não considerando só o ambiente da escola, mas fora dela, aquilo é comum. A gente leva tempo, acaba atrapalhando a aula”, conclui Rosania.
“Quando a gente faz a formação de professores no Brasil, a gente não forma ele para sala de aula. A gente não prepara esse professor para lidar com a indisciplina. Então ele tem que descobrir tudo isso na hora em que está lá, dentro da sala de aula, com 30, 35, 40 alunos, sem preparo”, avalia Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.
Thioni Carreti tem 26 anos. É professora de ciências há três, em uma escola em Cidade Leonor, também na Zona Sul de São Paulo. E já descobriu que na sala de aula precisa ser mais do que professora.
Thioni Carreti: Quando eu entrei na escola, eu não esperava que eu teria tantos problemas com relação à convivência dos alunos em sala.
Fantástico: Então, você tem que atuar, às vezes, como um conciliadora dentro de sala de aula?
Thioni Carreti: Sim. Uma mediadora de conflitos.
Fantásitco: Isso é muito difícil?
Thioni Carreti: É difícil porque nem sempre você está preparado psicologicamente para lidar com isso.
A diretora da escola onde Thioni trabalha recebe o mesmo retorno de toda a equipe.“A nossa preocupação é: se eu melhoro as minhas condições dentro da escola e abraço e acolho essas crianças aqui, para que eles se sintam pertencentes dessa sociedade na qual eles estão vivendo, essa criança vai melhorar seu aprendizado”, explica a diretora Sarah Correa da Silva.
Mas, essa tarefa não é fácil. Isso porque o atraso dos alunos para aprender o conteúdo, para os professores, é o terceiro problema que precisa ser enfrentado. Na sequência, vem a aprovação de estudantes que ainda não estão preparados para o próximo ciclo. E, em quinto lugar, os baixos salários.
“O debate sobre professor está tão distorcido, a gente só fala do salário, das más condições de trabalho... Mas, o que motiva esse professor a ser professor? Ele quer garantir que seus alunos aprendam”, avalia Mizne.
Na pesquisa, 72% dos professores afirmaram que a contribuição para o aprendizado dos alunos é o que mais traz satisfação. E 65% se disseram satisfeitos com a responsabilidade social do trabalho que fazem.
Na segunda-feira, a Thioni, a Rosânia, a Simone e milhares de professores começam mais uma semana para cumprir a missão de educar.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Professores mantêm greve no Paraná

A greve de 11 dias dos professores do Paraná continua.



Fonte: UOL | Educação

http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/02/19/professores-mantem-greve-no-parana.htm


Mesmo após uma reunião nesta quinta-feira de quatro horas entre representantes do governo e dos professores, no Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense, não houve um acordo. O fim da paralisação tem nova chance de se concretizar nesta sexta-feira, quando um novo encontro entre docentes e governo será realizado, às 10h, no mesmo local.
Apesar de não haver total consenso, houve alguns acordos entre as partes. No final da reunião, o governo comprometeu a fazer o pagamento dos 29 mil professores contratados em regime de Processo Seletivo Simplificado (PSS) já na próxima terça-feira, o que custará aos cofres públicos o equivalente a R$ 84 milhões. Também ficou acordado que não serão encaminhadas as medidas de austeridade previstas em dois projetos de lei apresentados pelo governador Beto Richa. O pacote chegava a mexer em R$ 8 bilhões da verba destinada aos servidores.
Representantes da classe chegaram a ocupar o interior da Assembleia Legislativa na semana anterior ao Carnaval - após confronto com a polícia - no objetivo de derrubar os projetos de Richa. Ficou definido que cada tema será explicitado e que projetos diversos deverão passar pelas comissões regulares. O governo também se comprometeu a não colocar em votações projetos que tratem da previdência dos servidores sem antes discutir com a categoria.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Estudantes não veem tecnologia como parte do aprendizado

Jovens não mobilizam as novas tecnologias para construírem relações com os saberes escolares, em grande parte utilizam seus celulares para se ausentarem daquele mundo


Fonte: Último Segundo - IG




Alunos de classes populares ainda não veem a presença de aparelhos tecnológicos em sala de aula como parte do processo de aprendizagem. Principalmente em escolas públicas, estudantes manuseiam aparelhos celulares sem a orientação ou intervenção de seus professores, apesar da proibição de sua utilização por lei.
É o que mostra pesquisa de mestrado de André Toreli Salatino, na Faculdade da Educação (FE) da USP. O pesquisador acompanhou regularmente dezenas de estudantes de uma escola pública. A ideia do trabalho foi compreender as tensões que conformam a experiência escolar contemporânea, a forma como os jovens vivenciam mundos culturais e tecnológicos distantes entre si.
Segundo o estudo, é do professor a responsabilidade de tentar criar situações de aprendizagem que incluam a utilização dos diversos aparelhos tecnológicos, já que as tecnologias não fazem nada por si mesmas. Esses jovens não mobilizam as novas tecnologias para construírem relações com os saberes escolares, em grande parte utilizam seus celulares para se ausentarem daquele mundo.
Com foco no processo de aprendizagem, cabe ao professor avaliar, em sua realidade concreta, se a implementação dos aparelhos tecnológicos contribuem para que os alunos criem uma relação com o conteúdo de sua disciplina.
Durante um ano letivo, Salatino observou três turmas do ensino médio de um colégio da periferia da cidade de São Paulo, na zona leste. O acompanhamento não se deu apenas em sala de aula, mas também em outros espaços escolares, como o pátio em horário de intervalo entre as aulas e períodos de entrada e saída. Esses espaços se mostraram interessantes por também participarem do mundo de exibição produzido com esses aparelhos tecnológicos, em meio à experiência escolar desses jovens.

Metodologia

A metodologia do trabalho teve inspiração da etnografia, método utilizado pela antropologia na coleta de dados. O pesquisador tentou compreender essa cultura escolar específica a partir do significado construído pelos jovens em sua relação com celulares e aparelhos eletrônicos em geral e com a escola dos dias atuais. Essa análise se deu por intermédio de um trabalho de campo prolongado com jovens de classes populares.
Foram aplicados questionários fechados a todos os alunos presentes nas turmas, cujas respostas foram comparadas com dados estatísticos publicados por diferentes institutos internacionais que tinham por objeto a relação dos jovens com a tecnologia. Para amenizar a distância entre “aquilo que somos” e “aquilo que dizemos que somos”, buscou-se refletir sobre o que as ações desses alunos têm a dizer sobre a sociedade em que estão inseridos.

Resultado

Por mais que a cooperação entre docente e tecnologia para auxiliar no progresso do ensino seja importante, não se pode deixar iludir. Em determinadas situações, será difícil introduzir recursos tecnológicos, mesmo porque a cultura brasileira não tem a aprendizagem como valor. Grande parte dos estudantes de classes populares não compreende o ensino em instituições escolares como meio de ascensão social. Muitos, aliás, observam a promessa da escola como ilusão, pela própria experiência com pessoas que concluíram o ensino médio e mesmo assim não galgaram condições financeiras melhores.
De acordo com Salatino, não significa, porém, que a proibição de telefones celulares em sala de aula seja o suficiente. Durante o percurso escolar esses alunos distraem-se com ou sem a presença de recursos tecnológicos, embora os aparelhos tecnológicos levem essa dispersão para outra escala. “Temos que considerar que a proibição não retirou os aparelhos da escola”, lembra o pesquisador, “pois a dinâmica de leis no Brasil é abstrata, constituída de cima para baixo e despreocupada com sua implementação prática”.

Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Falta de escrever à mão "pode prejudicar desenvolvimento cerebral das crianças"

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e telas sensíveis ao toque em vez de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento de crianças.




Leia a notícia completa em

Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Situação atual dos professores no Brasil | JN | Fev.2015

Na primeira semana do mês de fevereiro de 2015, o Jornal Nacional veiculou uma série de reportagens sobe a atual situação dos professores no Brasil. 

Os vídeos contaram com a participação de professores e especialistas em educação de todos o país.




Confiram abaixo os títulos e os links para acesso à série de reportagens:

1) Aumenta o número de professores que abandonam as salas de aula
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/aumenta-o-numero-de-professores-que-abandonam-salas-de-aula.html

2) Alunos enfrentam falta de preparo de professores em sala de aula
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/alunos-enfrentam-falta-de-preparo-de-professores-em-sala-de-aula.html

3) Professores têm o desafio de tornar aulas mais atraentes para os alunos
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/professores-tem-o-desafio-de-tornar-aulas-mais-atraentes-para-os-alunos.html

4) Estágio em sala de aula é fundamental para quem quer ser professor
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/estagio-em-sala-de-aula-e-fundamental-para-quem-quer-ser-professor.html

5) Professores mostram o que pode ser feito para melhorar a educação
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/02/professores-mostram-o-que-pode-ser-feito-para-melhorar-educacao.html



Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

Um em cada dez municípios brasileiros atingiu a meta de ensino adequado em matemática

Veja o vídeo produzido pela TV Brasil




Equipe Notícias sobre Educação no Brasil

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